Ana Mendes Godinho falava na sessão de abertura da apresentação do LVFT, onde estiveram também presentes o Ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Matos Fernandes, e o Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Sobrinho Teixeira.
O documento visa contribuir para definição de futuras políticas públicas e responder aos desafios do pós-pandemia no mundo do trabalho.
Na sua intervenção, a Ministra referiu que a “aceleração do investimento em qualificações competitivas e qualificações dinâmicas”, com "a capacidade de reconversão e conversão de formação ao longo da vida", são críticas para a "dupla transição ambiental e digital”.
Relativamente à agenda de trabalho digno, Ana Mendes Godinho referiu que a mesma é transversal, também, "a todas as áreas que aqui possamos discutir relativamente aos desafios do futuro do trabalho", sobretudo em matéria de "sistemas de proteção social inclusivos" e que consigam "retratar também as novas e as velhas formas de trabalho de uma forma muito mais aberta”.
Nestes “tempos de transformação”, a Ministra afirmou ainda que se abrem oportunidades "aos novos nómadas digitais” e, também, "aos novos territórios do interior".
“É cada vez mais um desafio" e “esta revolução ambiental e digital que vivemos é um momento que temos que aproveitar para garantir que esta é uma revolução que garante também a construção de um mercado de trabalho inclusivo, justo colaborativo, inovador, competitivo e solidário", acrescentou.

